Primeiros socorros
Desfibrilador automático (DEA): você saberia usar um?
Conteúdo informativo — não substitui avaliação médica individual. Em emergências, procure um pronto-socorro ou ligue 192 (SAMU).
Existe uma sequência de ações que, feitas em conjunto, aumentam ao máximo a chance de alguém sobreviver a uma parada cardíaca fora do hospital. Os especialistas chamam essa sequência de “cadeia de sobrevivência”.
A cadeia de sobrevivência
- Perceber cedo que a pessoa está em parada cardíaca.
- Ligar imediatamente para o SAMU 192.
- Fazer uma RCP de qualidade: 100–120 compressões por minuto, afundando o peito 5–6 cm, parando o mínimo possível.
- Usar o DEA (o desfibrilador) o quanto antes, quando houver um disponível.
- Receber o atendimento avançado no hospital.
Como usar o DEA
O DEA (Desfibrilador Externo Automático) é um aparelho portátil e seguro. Ele analisa sozinho o ritmo do coração e, apenas se for necessário, aplica o choque — dando instruções de voz, passo a passo. Qualquer pessoa pode usar: não é preciso ser profissional de saúde. Shoppings, aeroportos, estações de metrô, academias e prédios comerciais têm cada vez mais DEA disponível.
Se houver um DEA por perto, peça a alguém para buscá-lo enquanto você começa as compressões. Ligue o aparelho, cole as pás no peito da vítima conforme o desenho indicado e siga as instruções de voz. Em bebês e crianças pequenas, prefira as pás pediátricas (ou o redutor de carga) quando existirem — mas, se só houver o DEA comum, use-o mesmo assim: dar o choque é melhor do que não dar.
Atendimento por chat com médico real (CRM). Quando indicado, você recebe receita, atestado e pedido de exame em PDF, válidos em todo o Brasil.
Iniciar consulta por chatCurso presencial de SBV é recomendado.
Fontes: Ministério da Saúde e Sociedade Brasileira de Cardiologia.