Saúde pública (SUS)

Hanseníase: manchas na pele com perda de sensibilidade

Conteúdo informativo — não substitui avaliação médica individual. Em emergências, procure um pronto-socorro ou ligue 192 (SAMU).

A hanseníase ainda é um problema de saúde pública no Brasil e carrega um preconceito injusto. A verdade é simples: a doença tem cura, o tratamento é gratuito no SUS e, quanto antes vier o diagnóstico, menor o risco de danos aos nervos.

O sinal mais típico, segundo o Ministério da Saúde, são manchas na pele — esbranquiçadas, avermelhadas ou acastanhadas — em que a pessoa sente menos o calor, a dor ou o toque. Outros sinais: formigamento ou dormência nas mãos e nos pés, áreas da pele sem pelos ou sem suor, caroços embaixo da pele e perda de força nos músculos.

Diagnóstico e tratamento

O diagnóstico é feito principalmente pelo exame clínico, por um profissional treinado. O tratamento usa uma combinação de remédios chamada poliquimioterapia única (PQT-U): dura 6 meses na forma paucibacilar (com poucas bactérias) e 12 meses na multibacilar (com muitas bactérias). Quando o paciente segue o tratamento direitinho, a doença deixa de ser transmitida.

Importante: todas as pessoas que convivem com o paciente devem ser examinadas na UBS. A hanseníase também é doença de notificação compulsória — o serviço de saúde precisa comunicar cada caso às autoridades.

Pelo chat da Consulta+, o médico pode avaliar manchas suspeitas, orientar o encaminhamento à rede do SUS e tirar dúvidas sobre o tratamento.

Atendimento por chat com médico real (CRM). Quando indicado, você recebe receita, atestado e pedido de exame em PDF, válidos em todo o Brasil.

Iniciar consulta por chat

Lesões de pele suspeitas exigem avaliação médica presencial; o tratamento é feito no SUS.

Fontes: Ministério da Saúde.