Saúde pública (SUS)
Vacina da covid em 2026: quem deve tomar
Conteúdo informativo — não substitui avaliação médica individual. Em emergências, procure um pronto-socorro ou ligue 192 (SAMU).
A covid-19 deixou de ser emergência mundial, mas não sumiu — ela segue entre as doenças respiratórias que mais levam gente a procurar atendimento. Por isso a vacinação continua no SUS, agora voltada para quem tem mais risco de ficar gravemente doente.
Quem deve tomar a dose periódica
O Calendário Nacional de Vacinação de 2026 mantém a vacina da covid-19 para evitar casos graves e mortes. As doses periódicas — repetidas de tempos em tempos — são recomendadas, não importa quantas doses a pessoa já tomou, para: pessoas a partir de 60 anos; gestantes (a cada gestação); e pessoas imunocomprometidas, ou seja, com as defesas do corpo enfraquecidas. Crianças de 6 meses a menos de 5 anos têm esquema próprio definido pelo calendário.
A lógica do reforço é a mesma da gripe: a proteção contra as formas graves diminui com o tempo, e são justamente os idosos, as gestantes e as pessoas com imunidade baixa que mais ganham ao manter a defesa reforçada. A vacina é gratuita nas UBS.
E quem está fora desses grupos?
Quem está fora dos grupos de risco geralmente não precisa de doses repetidas, mas deve manter as doses básicas em dia. Na dúvida sobre o próprio histórico, leve a caderneta à UBS: a equipe avalia o que falta conforme a idade e as condições de saúde.
Sintomas que continuam por semanas depois da infecção merecem atenção: veja covid longa. Pelo chat da Consulta+, o médico pode orientar a atualização das vacinas na UBS, avaliar sintomas leves e indicar quando o quadro precisa de atendimento presencial.
Atendimento por chat com médico real (CRM). Quando indicado, você recebe receita, atestado e pedido de exame em PDF, válidos em todo o Brasil.
Iniciar consulta por chatConteúdo informativo. O calendário vacinal e a indicação de reforços dependem de idade, histórico e condições de saúde. Sinais de gravidade exigem atendimento presencial.
Fontes: Ministério da Saúde (Calendário Nacional de Vacinação e PNI) e Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).